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sexta-feira, 3 de abril de 2020

Rei Capsídeo - O déspota disfarçado de vírus


Marco A. Arribas

太玄經 - ䷡𝍁䷮  (*)


习近平 - Xi Jinping. Ditador vitalício da China.
Na semana passada, a polícia me mandou voltar para casa “¡Ahora! ¡Ya!”, sob pena de multa, apenas porque estava brincando com meu filho de sete anos no parque. Após dizer ao meu filho “Vamos, aquí ya se parece la dictadura china” e que “no creo que estoy poniendo la vida de mi hijo en riesgo”, recebi um longo sermão de correção moral dos dois policiais. Creio que só não fui multado ou preso por desobediência porque meu filho estava ao meu lado e visivelmente assustado com aquela situação absurda.
Extrapolando as estatísticas de alguns países, estimo que mais de 180 mil pessoas morrem todos os dias no mundo, simplesmente porque a chance de morrer é de 100%. Desde que começou a “pandemia” do vírus corona há 60 dias na China, morreram em torno de 13 mil pessoas, que o establishment midiático e governamental garante que foram provocadas unicamente por causa do novo vírus. Entretanto, nesse mesmo período seria esperado que falecessem pelo menos 11 milhões de pessoas no planeta, o que faria com que a probabilidade de morrer por causa do SARS-CoV-2 ficasse em torno de 0,11%, se o vírus fosse a única causa mortis. Porém, mais de 80% dos mortos tinham mais (ou muito mais) de 65 anos e a maioria tinha comorbidades que bem poderiam ser consideradas a causa das suas mortes dias depois. Além disso, na quase totalidade dos casos, não foram feitas autópsias detalhadas para provar a causa da morte, que levassem em conta a carga viral nas células do epitélio respiratório, por exemplo. Além da observação de sintomas presentes também em outras enfermidades, foram feitos apenas testes mais rápidos e simples (positivo ou negativo) para a presença do vírus. De fato, uma comunicação publicada no dia 23 de março de 2020 no periódico científico The Journal of the American Medical Association (JAMA), mostra que na Itália, país com o maior número de mortes atribuídas ao vírus corona depois da China, apenas 0,8% dos falecidos não tinham doenças preexistentes. Ademais, a média etária dos mortos era de 79,5 anos e que virtualmente todas as vítimas mortais tinham doenças graves, como câncer terminal, isquemia do miocárdio, fibrilação atrial, acidente vascular cerebral, entre outras comorbidades importantes, dado que a média de doenças preexistentes por paciente era de 2,7. A doença pode até ser grave, especialmente para os mais idosos, mas estes dados mostram que a chance de qualquer pessoa saudável na população geral morrer por causa da infecção viral é muito pequena. Quantitativamente, seria como comparar um trabalhador que ganha R$ 3.000 por mês economizar, durante um ano de trabalho, o valor de uma garrafa de cerveja gelada para comemorar o 13º salário num bar. Em vista disso, são totalmente injustificadas as medidas draconianas de isolamento obrigatório implantadas em uníssono por diferentes governos.
Pedro Sánchez, primeiro ministro socialista da Espanha, declarou recentemente em rede nacional que seu decreto de Estado de Emergência levou em conta as recomendações da Organização Mundial da Saúde para a contenção do SARS-CoV-2 e que “o perigo está em todas as partes”. Por certo, ninguém quer ficar doente, mas nunca se planteou o fechamento de saunas gays, motéis, discotecas LGBT ou da zona do meretrício inteira, nem se proibiu a venda de agulhas e seringas para conter um vírus muito mais mortal que o vírus corona. Durante os anos 80 e 90, receber um teste positivo para a presença do HIV era o equivalente a ser sentenciado à morte. Não me parece que a doença COVID-19, que vem ocupando diariamente ad nauseam quase todo o tempo disponível do noticiário, realmente é tão perigosa como uma espécie de AIDS transmitida pelo ar. No entanto, suspeito que a desculpa do corona nada mais é que uma justificativa para a implantação, em escala global, dos inúmeros métodos de controle social que são amplamente utilizados pela ditadura da China comunista. O método mais recente, em fase de testes no país asiático desde janeiro, começou a ser exportado para o resto do mundo sob a incumbência da insuspeita – na visão popular – Organização Mundial da Saúde, encabeçada pelo etíope Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral. Eleito para o mais alto cargo da OMS com a ajuda da China, o Sr. Tedros Adhnom tem um passado fascinante muito aquém da área relacionada à saúde. Um dos seus feitos incluem a recomendação, na reunião da OMS no Uruguai em 2017, do Sr. Robert Mugabe, ditador sanguinário do Zimbábue por quase 40 anos, para Embaixador da Boa Vontade para doenças não contagiosas. Em seu discurso, ele enfatizou que doenças não contagiosas como, cânceres, doenças cardíacas e pulmonares derivam da falta de proteção das pessoas contra os ilimitados malefícios causados por desobedientes seres humanos que teimam em consumir as folhas de Nicotiana tabacum. Além de ter minimizado e acobertado há dois meses a situação preocupante da COVID-19 na província chinesa de Wuhan, esse indivíduo fez parte de grupos armados comunistas e separatistas na Etiópia e na atual Eritréia, país que finalmente foi reconhecido como independente da Etiópia em 1993, depois de uma sangrenta guerra civil. Ele participou ativamente da Frente de Liberação Popular de Tigray, aliada à Frente de Liberação Popular da Eritréia, e da Frente Revolucionária Democrática Popular Etíope, todos grupos declaradamente comunistas de inspiração Marxista-Leninista.
A Europa parou, as bolsas de valores precipitaram a patamares jamais vistos e o emprego, que já era escasso aqui na península ibérica, sumiu. É o velho caso do remédio que é mais mortal do que própria doença, mas neste caso, a mão que administra o remédio é a mesma que causa a doença. Quanto mais onipresente e despótica se torna a mão estatal, maior é a necessidade do remédio, como um ouróboros representado por um movimento circular sem fim, no qual a serpente cresce na mesma medida em que come o próprio rabo.
Ao andar pelas ruas vazias e ver todos os bares, restaurantes – em Madri! – e todo tipo de comércio fechados como numa madrugada chuvosa e fria de segunda-feira ou ter que enfrentar uma longa fila ao estilo venezuelano num dos poucos supermercados abertos, com a exceção de que todos obedecem a ordem governamental de ficar a mais de um metro um do outro, pergunto a mim mesmo se não estou dentro de um filme. Explorado exaustivamente, o gênero deste filme mal feito é ficção científica, dirigido por um diretor principiante, mas com um poderoso respaldo por sua influente rede de contatos na indústria cinematográfica, e rodado com atores amadores que mal memorizaram os seus papéis de zumbis obedientes infectados por um vírus. Temendo mais a força repressora dos agentes a mando do poderoso cientista-déspota do que o próprio vírus, o protagonista se camufla atrás de luvas e máscara ao se atrever a dar um passo fora de casa sob o risco de ser fotografado por uma das milhões de câmeras e drones com dimensões de pequenos insetos e portadores de uma avançada tecnologia de reconhecimento facial. Sorrateiramente, ele tenta evadir a qualquer custo esse sistema ubíquo para evitar ser multado, preso e torturado. Sempre aterrorizado, ele descobre que o ônus da prova nessa sociedade distópica foi invertido, cabendo ao acusado provar sua inocência diante dos juízes-executores, o único grupo que detém o monopólio das armas e das sentenças. Sem misericórdia, nem a obrigação de levantar qualquer indício de crime, podem acusar qualquer pessoa de causar epidemia pela propagação de germes patogênicos e de infringir a determinação do poder público de prisão domiciliar imposta a todos os cidadãos, alegada como necessária para o bem comum. Se é verdade o que Hofmannsthal disse que nada está na política que não esteja primeiro na sua literatura, agora podemos dizer que a literatura se transformou em cinema e a política, em imposições repletas de justificativas baseadas num arrazoado sem sentido.
Dizem a todo momento na rádio e na televisão que a prisão domiciliar compulsória de dezenas de milhões de cidadãos inocentes, incluindo a proibição de viagens domésticas ou mesmo de deixar o país, foram estabelecidos “para o bem de todos” no decreto de Estado de Emergência, ato totalitário e sem precedente na longa história da Espanha. No entanto, a consequência real e nefasta para a saúde mental da população foi a instauração de um estado de pânico e medo generalizados, semelhantes à sensação de viver no sótão de Anne Frank, numa Amsterdã tomada por nazistas caçando judeus, onde a família agora é toda uma nação e o sótão, o próprio lar. Ademais, há de ter cuidado com os membros dessa família, pois a maioria acredita de fato que o inimigo é ao mesmo tempo invisível e visível, o vírus e o suposto portador. O vizinho que cumprimentava e comentava sobre o clima não pensaria nem por um átimo em agir e informar a Geheime Staatspolizei. Minutos antes de ser abordado pela polícia, mandei um “vete a tomar por culo” para uma senhora que gritava desde a janela do seu apartamento para que eu voltasse para casa com meu filho, pois todos teríamos que fazer este sacrifício para não causar a morte do próximo.
Nunca pensei que viveria em uma Europa dominada outra vez pelo medo e pela força de uma plêiade de ditadores, em número infinitamente maior que os da Segunda Guerra Mundial. Mas agora eles, ao invés de invadirem com tanques, invadem as mentes com o temor de ser infectado por uma doença muitíssimo virulenta e contagiosa. Subjugam uma população dócil e inerme, que além de ser incapaz de perceber a gravidade da situação imposta, aplaude atordoada os mesmos que amanhã tomarão medidas mais despóticas por qualquer outro motivo ainda mais fútil e absurdo.
 Se os tempos mudaram, os sacerdotes também. A autoridade moral máxima agora se chama Ciência e os seus sacerdotes não vestem batina, mas uma roupagem branca que a utilizam no templo chamado laboratório e no confessionário, também conhecido como consultório. Nem todos os que usam essa vestimenta são membros da seita opressora, mas aqueles que a aderiram são obrigados a desprezar a grandiosa verticalidade do transcendente e elevar o imanente ao topo da pequenez de seus altares horizontais. Aliados ao cada vez mais poderoso aparato estatal e com a cumplicidade da mídia dominante, quanto mais falham, mais arrogam para si mesmos um poder infalível e incontestável, capaz de proibir desde missas até qualquer contato social em nações inteiras. Com efeito, a mudança comportamental em escala mundial através do antitabagismo feroz e histriônico foi um sucesso. O aquecimentismo é basicamente triunfante. Na verdade, muito mais importantes e graves do que a mudança social causada pela repressão implacável da campanha antitabagista, são as ações impostas pelas elites governamental e científica com a ajuda de inumeráveis ONGs patrocinadas por grandes empresas e fundações bilionárias para combater um embuste com tantos nomes quanto o próprio satanás, como “mudança climática antropogênica”, “aquecimento global causado pelo homem” ou “efeito estufa”. Ao contrário do grau e número de afetados pelas medidas propositalmente exageradas contra os perigos reais e imaginários do tabaco, que incluem estatísticas forjadas e até mesmo a exclusão social, os falsos profetas responsáveis pela divulgação da ideologia aquecimentista afetam de forma mais profunda a vida diária de centenas de milhões de pessoas, desde miseráveis na Ásia e na África até a classe média europeia. Somente uns poucos ganham muito com a profecia artificiosamente fabricada de catástrofe iminente ao impor medidas que dizem ser corroboradas por um oxímoro, um treco chamado “consenso científico”. Perguntem de onde vem parte da grande fortuna do Sr. Albert Arnold Gore Jr., ex-vice presidente dos EUA e embromador contumaz, aquele mesmo documentarista que acredita que há verdades inconvenientes. Ele gasta, apenas na sua mansão no Tennessee, mais energia elétrica por mês do que os outros 99% da população mundial. Gente que jamais terá condições econômicas para consumir sequer uma pequena fração da energia que ele gasta em sua casa, enquanto produz toneladas de dióxido de carbono ao queimar querosene viajando em jatinhos particulares para disseminar seu fingido alarmismo de falso profeta pelo mundo.
O caso Corona é apenas mais um teste de reeducação e condicionamento comportamental, magistralmente descritos por Pascal Bernadin, em “Maquiavel Pedagogo”. A coroação do novo rei-sacerdote está por vir em breve, logo após ele se livrar do capsídeo que o envolve e utilizar a substância do seu núcleo para se multiplicar numa miríade de criaturas iguais, controlando e destruindo o hospedeiro no qual habita.

Por M.A.A. - Escrito no final de março de 2020 A.D.

(*) Tài Xuán Jīng  (Canon of Supreme Mystery) - Great Power; Accumulation; Oppression

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Não se deixe intimidar, deputada!

Carta aberta que enviei hoje à deputada Maria do Rosário Nunes
(dep.mariadorosario@camara.leg.br):

Prezada deputada Maria do Rosário,

'Vossa Excelência' NÃO MERECE ser estuprada. Não confiaria em ti, mulherzinha, nem para limpar o meu banheiro, pois tu és clinicamente uma desequilibrada mental. Creio que tu poderias consultar um dos bons psiquiatras da Câmara bem pagos pelo povo contribuinte.
Infelizmente, antevejo as manchetes dos jornais nos próximos dias provocadas por tua última reação histérica: "Bolsonaro e Danilo Gentili agridem covardemente Maria do Rosário por via telepática".
Mas o quê que é isso, quê que é isso, branquela azeda?
Atenciosamente,
Marco Aurelio da Graça Arribas
RG 26.277.793-9
P.S. MEU CPF, ENDEREÇO E TELEFONE ESTÃO A TUA DISPOSIÇÃO. TEREI O PRAZER DE ENVIÁ-LOS, SE NECESSÁRIO.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Blame Christians first

The Cuban government cracks down on a Gay Pride parade, but the New York Turds blames it on Christians. It's well known that communists have always been notoriously homophobic, considering homosexuality a disease resulted from the decadence of the bourgeois capitalist society.

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Deadlier than Death

 The chance of dying by smoking cigarettes is 124.9%! According to the CDC, 100% of smokers and 3.5% of non-smokers die annually because of tobacco use. Since the CDC claims that more than 480,000 people die every year from smoking related diseases and a total of 2,744,248 people died in 2016 in the US, as well as it is estimated that only 14% of Americans are smokers, the chance of dying by smoking is 124.9%. In fact, what they're saying is that 17.5% of people die by smoking cigarettes, but only 14% are smokers. Even a man, Alcides Moreno, who plunged from 47 stories, had more chances to survive.

 If you're surprised that the CDC (Centers for Disease Control and Prevention), a worldwide renowned organization, would commit such a terrible mistake, you're too naive thinking that scientists and doctors have nothing to do with social control and politics. Certainly, one should extol the advancements of modern science and technology, but we cannot give a blank check to self-styled modern priests wearing clean white labcoats eager to dictate every aspect of our lives. 

🎵 Será só imaginação? 🎵


Diálogo de um Supremo Censurador:

Sr. Supremo Meretrício:
-  Ô, mãe! Eles falaram que eu sou bobo e canto mal!

A mãe: 
- Eles estão espalhando notícias falsas, filhinho! Pede pros  teus amigos confiscarem o gibi deles!


Dias Toffoli, o Meritíssimo cachaceiro da zona do meretrício.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Incêndio em Paris

Assim como o incêndio acidental do Museu Nacional do Brasil foi o ápice simbólico da destruição propositada da cultura de um povo, simbolicamente, as chamas da catedral francesa de Notre Dame tiveram como prelúdio a demolição sistemática de inúmeras igrejas na Europa. Yasser Arafat, terrorista premiado com o Nobel da Paz, disse certa vez que o útero da mulher árabe era sua melhor arma. O vácuo sempre é preenchido por algo.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Página do Jonny Ken Itaya: "Como você reage diante do criacionismo?"

 Criacionismo não existe... O que faz parte da nossa cultura universitária é a aleatoriedade do surgimento da vida (vida escrava da aleatoriedade do gene que é causa da evolução, como o sucesso de um milhão de chimpanzés ao digitar a esmo uma obra de Dostoieviski). Aleatoriedade agnóstica e filha das trevas randômicas. Uma fé no acaso. O cientificismo é apenas uma fé. Cientificismo é tentar explicar tudo através do método empírico, onde tudo vira um número, uma quantidade objetiva, que exclui outras forma de saber como a metafísica ou teologia. Por exemplo, pelo método científico, não é possível construir um laboratório com amônia, metano e água por 4,6 bilhões de anos e esperar que surja o Jonny do Objetivo.

terça-feira, 3 de maio de 2016

O povo culpado por usar o Whatsapp

'O diabo gosta de impressionar, chocar, escandalizar. O que mais dói nele é o desprezo olímpico. Quando ele vier com treta, pense assim: "Você faz barulho, mas não seria capaz de criar do nada uma formiga, uma ameba, uma partícula subatômica." '
Olavo de Carvalho, Facebook

  A sentença do juiz Marcel Montalvão, que bloqueou o aplicativo de celular Whatsapp, é impressionante e chocante. Como um juiz federal pode interromper um meio de comunicação nacional com uma sentença redigida em Lagarto, Sergipe? Não tenho conhecimentos jurídicos suficientes, mas é certo que a decisão do magistrado afetou pelo menos uma centena de milhões de pessoas inocentes.

  

  Quaisquer que sejam as razões que levaram o afetado juiz federal a tomar tal decisão, posso destacar duas hipóteses:

1. Ele justifica seu ato e invoca um texto escrito numa linguagem jurídica e abstrusa, que, para o cidadão comum, dá ares de correção magistral vindo de um verdadeiro operador da lei;

2. O que ele quer é poder. Para ele, é sagrado o direito de um funcionário público concursado em mandar em milhões de vidas, só porque tomou posse de um cargo depois de passar numa provinha de concurso.

  O juizinho faz tanto barulho quanto o capiroto, mas é incapaz de fazer algo útil. Apenas destrói o Whatsapp, que foi feito por gente muitíssimo superior à soma dos seus títulos e notas em provas.

  Digo: 'Marcel Maia Montalvão, o povo despreza Sua Excrescência!'

 Mas o palhaço ainda acredita no poder da carteirada contra o povo.








segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Reivindicando Dinossauros




 A Sociedade Brasileira de Paleontologia evidencia mais uma vez que, neste país, o título de doutor, a carteirada e a aceitação grupal são sinônimos de superioridade intelectual. O manifesto de quatro páginas intitulado "Manifesto da Sociedade Brasileira de Paleontologia sobre a validade da Evolução Biológica e seu ensino nas escolas do país" reivindica que jamais seja ensinado a teoria da temível pseudociência do 'Design Inteligente' aos nossos jovens.   

 Pelo que eu sei, nenhum paleontologista pode me responder se os dinossauros eram homeotérmicos ou qual era a cor de suas peles, quanto mais doutrinar outros seres humanos a comprar suas idéias (segundo o texto, os criacionistas 'vendem' idéias equivocadas). Como não podem recriar um laboratório do tamanho do planeta e esperar por 4 bilhões de anos, pretendem calar qualquer voz que, por ventura, venha a questionar o dogma de que os seres evoluíram através de sucessivas e praticamente infinitas pequenas modificações.  Para isso, apelam para que confiemos neles, "mesmo que a origem de alguns grupos biológicos ainda não seja completamente conhecida, a falta de informação sobre esses registros não implica em questionamento do processo evolutivo". Ou seja, para eles, ciência é exatamente isso: a falta de dados é prova e o questionamento, proibido. 

 O argumento de que somos apenas escravos dos nossos genes e de que os seres vivos são produtos obtidos a partir de combinações aleatórias levanta algumas pequenas questões. Por exemplo, seria possível treinar mil chimpanzés a bater aleatoriamente nas teclas de um computador e esperar que algum dia eles produzam algum texto com sentido, ou um Machado de Assis?

 Como os autores do manifesto têm um pavor irracional em admitir que possa haver um Criador, reivindicam dinossauros.

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Vendedor de quadrinhos, ou o neurocientista de ficção científica



 O  Comic Book Guy - sem alma (autodeclaração dele) - do vídeo Olavo de Carvalho O cientista de boteco pretende desmascarar não só Olavo de Carvalho, mas um livro inteiro recomendado por ele. Eu, irrelevante doutor, comentei no seu canalzinho do Youtube:

Quer dizer então que, se os padrões das sinapses forem os mesmos, isso explicaria que não há mudança na personalidade ou na consciência e a 'essência' continua a mesma? Então está errado o que aprendi no ICB da USP... Não é possível prever o comportamento ou a personalidade de um ser conhecendo-se TODAS as conexões neurais. Do mesmo modo que não se pode antever a reação de uma cultura celular num dado meio medindo-se as quantidades de todos os componentes celulares. Dããã, Princípio da Incerteza de Heisenberg??? Pára de vender quadrinhos e vai estudar, neurocientista de ficção científica.




: 



terça-feira, 24 de novembro de 2015

Ignorância não está no DNA

Em seu recente texto, Homossexualidade, DNA e a ignorância, o sr. Dráuzio Varella, estrela da medicina e fundador da UNIP e do Colégio Objetivo, afirma: 

"Os que assumem o papel de guardiões da família e da palavra de Deus para negar às mulheres e homens homossexuais os direitos mais elementares, não são apenas sádicos, preconceituosos e ditatoriais, são ignorantes."

Meu comentário (postado no Facebook, que obviamente foi deletado na primeira vez):

"Não sei porque ainda tem gente que dá ouvidos ao sr. Varella. Estrela da mídia, doutor sem doutorado, ateu intolerante e anti-cristão preconceituoso, só seria digno de ser ouvido após muita cachaça num boteco risca faca. Quem quer que denigra uma religião, elevando-a ao nível do amor pelo sexo anal ou do desejo de fazer felação, deve ser extirpado da vida pública. Ser macaco de palco em cursinho no Objetivo seria o máximo de público que se poderia concedê-lo."

Esse senhor, mais uma vez, usurpa da fama midiática como 'doutor' para falar do que não entende. Veja em "Doutores".

Certamente, não se pode confundir gay com gayzismo, moviemento ideológico que usa homossexuais como massa de manobra. Ademais, antes que a guerrilha do politicamente correto venha querer me atacar com preconceitos preconceituosos, dê uma olhada neste depoimento de um travesti. 

domingo, 15 de fevereiro de 2015

Pseudo-discussões no Facebook


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  • Marco Arribas O ateu que se jacta é tão mal-informado e tem tanta inclinação a se tornar supersticioso (aquele que não acredita em Deus, acredita em tudo!), que, para ele, toda consideração supostamente religiosa jamais poderá explicar algo. Portanto, com as lentes do seu preconceito míope, nenhum argumento teológico poderá de maneira alguma fazer parte do conhecimento humano. Sua cegueira pueril apenas enxerga que a verdade reside nas hipóteses testáveis da maravilhosa ciência do século XX e que, empiricamente, e apenas empiricamente, pode-se conhecer a verdade. 

    O pobre coitado acredita com veemência que espertalhões tele-evangélicos com ganância por 30 moedas têm o mesmo peso argumentativo que doutores da Igreja como Santo Agostinho ou o cardeal Ratzinger (Papa Bento XVI).
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  • Patricia Perobelli hahahah boa!!!
  • Huy Lam T Gostei do seu pensamento, Marco Arribas, mas só não entendi uma coisa: "aquele que não acredita em Deus, acredita em tudo!" Como assim? Ainda mais considerando que os ateus são extremamente céticos a respeito de tudo?
  • Marco Arribas Se você não acredita na Criação, que houve um começo e haverá um fim, então você passa acreditar que o universo surgiu do nada. Mas o nada produz nada. De fato, ateus acreditam em tudo e muitos deles juram que alienígenas existem (Carl Sagan, p.e.) e já visitaram nosso planeta (History Channel)... Ateu é como vegetariano; se você perguntar por que ele não come carne e ele responder 'porque não gosto', eu respeitaria sua opinião. Mas quando ele se mete a besta e tenta explicar suas preferências, se meterá numa encrenca.
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  • Huy Lam T o nada produz nada... Ok. Mas e deus? Quem sao os pais dele?
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  • JC DP Mas a propria biblia incentiva a busca do conhecimento,logo que nos arremetemos no campo do saber percebemos que pra acreditar em algo é preciso provar,e basear-se em presuposta "fé" nao é um caminho inteligente?
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  • Huy Lam T Fe cega eh para quem tem preguica de pensar e questionar...
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  • JC DP Ou praquem convenientemente prefere a protecao da ignorancia do que a responsabilidade que advem do conhecimento?
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  • Marco Arribas Conhecimento versus fé é contradição pueril. Se para vós, conhecimento é o que pode ser observado, medido e testado através do método científico, então o evolucionismo é fé. Ou onde estão todos os fósseis intermediários da lenta evolução das espécies mais adaptadas? Se da ameba surgiu um ser pluricelular, que deu origem a um primata, que virou Homo sapiens, então quem tem evidências observáveis dessa evolução? Não passa de fé...
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  • JC DP Vc se refere ao elo perdido da evolucao Darwiana,concordo com vc sobre esse ponto. A ciencia tambem nao possui respostas pra todas suas teorias,mas trabalha arduamente em busca de elucida-las,ja a religiao por sua vez insiste nas tradicoes fantasiosas que a alimenta atraves da fé,ou o ato de crer em coisas que nao se vê,(ao meu ver,uma ferramenta eficaz de alienar).
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  • Marco Arribas Sr(a). JC DP, se você, que provavelmente cursou o ensino médio, acredita que um objeto que sofre uma força 'X', num plano 'sem atrito', que após um tempo 'T', tem uma velocidade final 'V', então, tal afirmação não passaria de um dogma do seu professor. Ainda, se você dissesse a um analfabeto que uma pedra e uma pena de galinha atingem o solo ao mesmo tempo, num campo gravitacional 'G', tal afirmação tampouco passaria de um dogma. Pois não há como provar tais afirmações, sem você inventar uma câmera de vácuo ou imaginar um plano sem atrito. A ciência apenas tenta explicar algo, mas não pode ter a pretensão de explicar tudo sobre a realidade. Do mesmo modo, a religião, tenta explicar e algo sobre a natureza humana. Tentar fazer uma dicotomia entre 'ciência e religião' é destruir toda a possibilidade dos homens de conhecerem a verdade.